Em minha propria arte,
sinto um dessarte.
Com os ventos em meu ser,
sinto-me arder
terça-feira, 31 de maio de 2011
Insana
"A minha insanidade te revela,
O meu bordejo te eleva,
O meu dissabor te expressa,
A minha cautela te compressa"
O meu bordejo te eleva,
O meu dissabor te expressa,
A minha cautela te compressa"
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Adeus
Não serei a pensar,
mas tudo irá se acabar.
A luz que continha em voz,
era um contrapós.
As folhas que continham,
ficou na marca.
De tudo que deixei,
e por tudo que lutei.
As peças se juntam,
os olhares se misturam.
as lembranças caminham
ao fim.
mas tudo irá se acabar.
A luz que continha em voz,
era um contrapós.
As folhas que continham,
ficou na marca.
De tudo que deixei,
e por tudo que lutei.
As peças se juntam,
os olhares se misturam.
as lembranças caminham
ao fim.
sábado, 21 de maio de 2011
Arder
"Em meu próprio som,
encontro o seu tom.
em todos os desejos,
encontro em mim um festejo.
Em mim arde em ver,
um louco arder.
Em si a vista de uma vida
causa tudo em uma alarida."
encontro o seu tom.
em todos os desejos,
encontro em mim um festejo.
Em mim arde em ver,
um louco arder.
Em si a vista de uma vida
causa tudo em uma alarida."
terça-feira, 10 de maio de 2011
Você.
"Seus olhos,lúcidos.
São pretos,ou claros.
Não vejo,nem desejo.
Tudo em mim é um bordejo.
Sua voz,algoz.
São claras,ou distantes.
Não ouço,nem careço.
Tudo em mim é um tropeço.
Seus sonhos,amante.
São belos,ou avantes.
Não escrevo,nem esqueço.
Tudo em mim é um começo."
São pretos,ou claros.
Não vejo,nem desejo.
Tudo em mim é um bordejo.
Sua voz,algoz.
São claras,ou distantes.
Não ouço,nem careço.
Tudo em mim é um tropeço.
Seus sonhos,amante.
São belos,ou avantes.
Não escrevo,nem esqueço.
Tudo em mim é um começo."
sexta-feira, 6 de maio de 2011
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