Me mato.
Mato o meu eu.
Mato a felicidade.
Mato,mato,mato.
Me jogar seria uma resposta.
Um grito seria uma ajuda.
Uma voz,seria minha saída.
Um amor seria o meu labor.
As luzes apagaram-se.
O sangue ferveu-se,
os passos alcançaram-se,
vi as faces,verem você.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Meu amado
Os dias que te vi,
Iluminaram a vida que senti.
Os olhos que cacei
Todos os sentidos que alcancei.
Restaram-me a luz,
da paz ao seu sabor.
Essa tentação,me conduz.
Para a sua luz.
Meu amado.
Iluminaram a vida que senti.
Os olhos que cacei
Todos os sentidos que alcancei.
Restaram-me a luz,
da paz ao seu sabor.
Essa tentação,me conduz.
Para a sua luz.
Meu amado.
Não sei
Não sei ver,
Não sei saber
Não sei amar,
Não sei clamar.
Sou apenas as lágrimas das horas,
Sou a prisão da solidão.
Sou carente,sou vivente.
Sou,sou,apenas um alguém.
Não sei saber
Não sei amar,
Não sei clamar.
Sou apenas as lágrimas das horas,
Sou a prisão da solidão.
Sou carente,sou vivente.
Sou,sou,apenas um alguém.
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